quarta-feira, 26 de agosto de 2020
terça-feira, 25 de agosto de 2020
Contra a heresia antiestado cristão e antirrealeza de Cristo, disse S. Tomás de Aquino:
"O Papa tem a espada espiritual quanto à sua execução; mas também tem a [espada] temporal quanto ao seu mandato" (IV Setent., dist. 37, expos. textus).
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
A capa aberta de meu livro "Estudos Tomistas - Opúsculos II"
A capa é, mais uma vez, de Marcel Barboza, o dono da editora.
Link para a pré-venda:
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
ATENÇÃO, YAGO MARTINS E DEMAIS HEREGES ANTIMARIANOS DE FORA E DE DENTRO DA IGREJA
O heresiarca menor Yago Martins apregoou aos quatro ventos que eu fugira
de um debate com ele. Além de, por um lado, isso ser uma inversão completa do
que de fato aconteceu, efetivamente, por outro lado, após tão desagradável
episódio, decidi que não ia dar a um heresiarca menor e freneticamente
midiático o gosto de enfrentá-lo em terreno nada idôneo para a verdadeira
teologia – e que ia apresentar a verdadeira doutrina de fé quanto a Maria Mãe
de Deus e nossa num curso online. Infelizmente, as cinco internações que padeci
no ano passado impediram-me de gravá-lo então. Mas Deus tem sua hora para tudo, e agora, em alguma
altura deste mês de setembro, finalmente irá ao ar meu curso “Maria Puríssima”.
Convido a todos a que se inscrevam. Mas desde já, porque quero sua salvação, asseguro a Yago Martins uma
inscrição gratuita no curso (ainda que, como provavelmente o fará,
volte a detratar-me de modo vil). – Relembro-lhes, ademais, que quem adquirir
na pré-venda meu livro Estudos Tomistas – Opúsculos II ganhará um cupom
de 30% de desconto no valor do curso. – Por fim, relembro-lhes o programa
deste:
I) Preâmbulo: As três regras da fé.
II) Segundo o magistério da Igreja, a tradição cristã e as Escrituras
(tanto o Novo como o Antigo Testamento):
a) Maria enquanto Mãe de Deus.
b) Enquanto sempre Virgem.
c) Enquanto cheia de graça.
d) Enquanto Imaculada.
e) Enquanto assunta em corpo e alma aos Céus.
f) Enquanto Mediadora.
g) Enquanto nossa Mãe espiritual.
h) Enquanto Rainha.
III) Questões polêmicas:
a) Se Maria é corredentora.
b) Se Maria foi dotada de ciência infusa e beatífica.
c) Por que S. Alberto Magno. S. Tomás de Aquino e S. Boaventura – três
Doutores da Igreja – se opuseram de algum modo à Imaculada Conceição; e se
incorreram por isso em heresia.
d) Se a mulher revestida de sol no Apocalipse é Nossa Senhora, ainda que
sinta “dores de parto”.
e) Se ainda é necessária a consagração da Rússia pedida em Fátima.
terça-feira, 18 de agosto de 2020
Começou a pré-venda de meu livro "Estudos Tomistas - Opúsculos II"
Começou a pré-venda. Muito obrigado aos que o adquirirem ou já adquiriram. Note-se, porém, o preço generoso, e o cupom de 30% de desconto no curso "Maria Puríssima". Continuamos com nossa política de tornar a doutrina tomista e católica o mais acessível a todos.
domingo, 16 de agosto de 2020
sexta-feira, 14 de agosto de 2020
Na próxima segunda-feira...
Na próxima segunda-feira começa a pré-venda de meu Estudos
Tomistas – Opúsculos II, muito aprimorado e remodelado, em mais uma bela
edição das Edições Santo Tomás. Quem o adquirir na pré-venda receberá o livro
com autógrafo e dedicatória.
MEU CURSO ONLINE “MARÍA PURÍSSIMA”
Carlos Nougué
Em alguma altura de setembro, estará no ar,
como módulo III de meu curso de “Apologética”, “Maria Puríssima”. Será uma resposta
suficientemente profunda às heresias de fora e de dentro da Igreja contra os
dogmas e a piedade marianos. Pois bem, o curso terá o seguinte programa:
I) Preâmbulo: As três regras da fé.
II) Segundo o magistério da Igreja, a tradição cristã e as
Escrituras (tanto o Novo como o Antigo Testamento):
a) Maria enquanto Mãe de Deus.
b) Enquanto sempre Virgem.
c) Enquanto cheia de graça.
d) Enquanto Imaculada.
e) Enquanto assunta em corpo e alma aos
Céus.
f) Enquanto Mediadora.
g) Enquanto nossa Mãe espiritual.
h) Enquanto Rainha.
III) Questões polêmicas:
a) Se Maria é corredentora.
b) Se Maria foi dotada de ciência infusa e beatífica.
c) Por que S. Alberto Magno. S. Tomás de
Aquino e S. Boaventura – três Doutores da Igreja – se opuseram de algum modo à
Imaculada Conceição; e se incorreram por isso em heresia.
d) Se a mulher revestida de sol no Apocalipse
é Nossa Senhora, ainda que sinta “dores de parto”.
e) Se ainda é necessária a consagração da Rússia pedida em Fátima.
e) Se ainda é necessária a consagração da Rússia pedida em Fátima.
E que Deus me guie e ilumine.
domingo, 2 de agosto de 2020
O QUE ACHO DE “A SUMA TEOLOGICA EM FORMA DE CATECISMO”, DO P. TOMÁS PÈGUES
Carlos
Nougué
Volta e meia me perguntam o que
acho da referida obra. Pois bem, digo-o agora publicamente: é ruim e perigosa
para a fé. Não que não se pudesse fazer algo semelhante para jovens e
iniciantes (apesar do risco de instilar em alguns a preguiça de aprofundar-se
na Suma de S. Tomás e suas dificuldades). Sucede porém que a referida
obra simplifica certas coisas de modo tal que, como disse, põe em perigo
a fé. As duas mais salientes:
1) Ao falar da predestinação,
resume a doutrina dizendo que Deus salva os eleitos sem levar em conta seus
méritos. Ora, a que se parece isso? A luteranismo, e como tal contraria
definições de Trento e o dito por São Pedro em sua Segunda Epístola:
“Esforçai-vos, para que pelas boas obras façais certa vossa vocação e vossa
eleição”. Ou seja, tal resumo implica alto perigo para a fé e para a mesma
salvação das almas.
2) Ao falar das relações entre estado
e Igreja, resume a doutrina dizendo que são duas jurisdições com fins próprios
e diferentes. Mas isso é a própria doutrina de Dante, de De Pádua, de Vitória,
de Suárez, de Maritain condenada implicitamente pela Bula Unam Sanctam
de Bonifácio VIII e pela Quas primas de Pio XI (além de outros
documentos magisteriais). Este simples resumo, portanto, é capaz de minar os
esforços ingentes dos que, de acordo com o magistério da Igreja e com a
verdadeira doutrina de S. Tomás a este respeito, lutamos pela realeza de
Cristo.
E essas duas coisas já constituem
uma enormidade.
sábado, 1 de agosto de 2020
"ESTUDOS TOMISTAS – OPÚCULOS II" EM LIVRO FÍSICO
As Edições Santo Tomás decidiram imprimir e lançar em livro físico a
obra que disponibilizei em PDF. Os que o adquirirem na pré-venda (ainda este
mês) o receberão com autógrafo e dedicatória minha. O livro contará com
acréscimos. Logo daremos informações mais precisas. – Mas a capa será esta
mesma.
sexta-feira, 31 de julho de 2020
O QUE É SEGUIR A SANTO TOMÁS EM ESPÍRITO E EM LETRA – OU SE SANTO TOMÁS É INERRANTE
Carlos
Nougué
1)
Alguns dos expoentes do neotomismo, como Gardeil e Hugon, tentaram um retorno
ao espírito e à letra da doutrina de Tomás, após séculos de desvios com relação
a esta por parte dos tomistas. Não foram de todo bem-sucedidos, mas lançaram
importante semente que, no âmbito da Metafísica, germinaria um tanto com
Cornelio Fabro, sobretudo com seu resgate e aprofundamento da distinção entre “ser ou ato de ser” e “existência”.
Infelizmente, todavia, a doutrina de Fabro acabou por degenerar-se em algo oposto
ao tomismo: certo voluntarismo, digamos, scoto-kierkegaardiano. No âmbito da
Lógica, no entanto, destacar-se-ia em tal retorno e aprofundamento Santiago
Ramírez, sobretudo com seu imprescindível De analogia; mas
desgraçadamente o Padre dominicano aderiria ao pior desvio do tomismo: a
traição nominalista-liberal da Política de S. Tomás e do magistério da Igreja
começada por Vitoria e sua Escola de Salamanca e rematada, horripilantemente,
por Jacques Maritain. – Quem vai retomar com grandíssima felicidade, no século
XXI, o antigo projeto de Gardeil e de Hugon é o Padre argentino Álvaro
Calderón. Sua obra é já muito extensa (sobretudo se se somam a seus livros publicados
os esotéricos, escritos para os seminaristas alunos seus) e centra-se em pontos
precisos, ou seja, aqueles capitais em que mais sofreu inflexões ou desvios o
tomismo ao longo de sete séculos: a Lógica (sobretudo pela infausta distinção
de João de Santo Tomás entre lógica material e lógica formal e por outros erros seus, fundados em parte na crença
equivocada de que o opúsculo Summa totius
Logicae Aristotelis fosse do Doutor Angélico e não obra apócrifa); a Cosmologia; e a Política,
ou antes, a Teologia política. Quanto à Física Geral, apoia-se em Tomás e em
João de Santo Tomás, mas agregando-lhes dados tirados da base para indução que
são as descobertas das “ciências” modernas. Dizer porém que seu lema “seguir a
S. Tomás em espírito e em letra” é um “paleotomismo” implica ou malícia ou
desconhecimento de sua obra. Porque, com efeito, na apresentação de seu La naturaleza
y sus causas diz que não seguirá ali a letra de Tomás; em vários de seus
escritos assinala a caducidade da cosmologia e da doutrina da infusão diferida da
alma humana sustentadas por Tomás; em Umbrales de la Filosofía defende
que a controversa doutrina da “separatio” é algo da juventude de Tomás,
jamais retomado por ele, e que devemos deixar de lado; etc. Mas então por que
insiste em que devemos “seguir a S. Tomás em espírito e em letra”? Primeiro,
porque é um católico verdadeiro: segue nisto o magistério autêntico da Igreja
em sua sustentação de que Tomás é o Doutor Comum da Igreja e de que deve ser a
referência primeira e última nos estudos católicos; e em sua como “canonização”
da metafísica tomista, mediante as 24 Teses encomendadas por S. Pio X e
firmadas por Bento XV. Mas, segundo, porque, como somos todos inferiores
intelectualmente a S. Tomás (esse homem único, talhado por Deus para ser uma
máquina de pensar), devemos “sempre que possível” seguir sua letra, sob pena de
erro; e “sempre” seguir seu espírito, por razão ainda mais óbvia. Mas seguir a
Tomás em espírito não implica que sejamos uns como “curadores de museu”, e
seria o próprio Tomás quem, se revivesse hoje, denunciaria a caducidade de sua
cosmologia, de sua doutrina da infusão diferida da alma humana, etc.
2)
Eu filio-me resolutamente à escola de Calderón (sem que isso implique,
naturalmente, que ele aprove meus escritos...). Por uns bons anos, fui ou
tentei ser discípulo seu em sentido estrito: nesses anos não fiz senão repetir
o que aprendia dele. Que anos estupendos! Mas sempre chega a hora de que o
pupilo, assim como um filho com respeito a seus pais, ganhe o mundo e voe com
asas próprias, ainda que sempre com os pés firmemente postos sobre os ombros de
gigantes (e em particular os do Mestre Tomás). Publiquei já cinco livros (e
creio que até o fim do ano que vem terei lançado outros quatro), e não o faria
se não tivesse algo próprio que dizer. Mas tal algo próprio o é ainda mais
em Da Arte do Belo, em que, conquanto fundado sempre em princípios aristotélico-tomistas
(e, pode dizer-se, calderonianos), vou além desses mestres maiores ao
estabelecer uma nova ciência, a Ciência prática da Arte do Belo. Mas algo tão
próprio como este livro serão minhas Questões Metafísicas (por publicar-se
no ano que vem pela É Realizações), as quais talvez venham a surpreender a
todos. Nelas mostrarei que, embora nos fundamentos doutrinais S.
Tomás se tenha mantido inalterável da juventude à morte, em outros aspectos,
porém, ele mudou, sim. Exemplos: a já citada “separatio”; a inteligência
do transcendental “res” (coisa), com respeito ao qual abandonaria a estrita
influência aviceniana mostrada nas Questões Disputadas sobre a Verdade (De
veritate); algumas questões teológicas (compare-se seu Comentário às Sentenças
de Pedro Lombardo com a Suma Teológica); etc. Mais ainda, todavia (e
não se escandalizem antes da hora): o Mestre Tomás, como todo ser humano, era
capaz até de incorrer em alguma falácia (ou seja, em erro quanto à figura do
silogismo). Como diz Calderón, conquanto haja, sim, lugar na ciência para erros
por defeito nos princípios, não o há porém para as falácias. Mas dizer que não
o há não quer dizer que, por mais que dominemos os Analíticos Anteriores
de Aristóteles, não as possamos alguma vez cometer todos, incluindo S. Tomás. Nos
que dominam a referida obra aristotélica, tal ocorre sem dúvida por distração,
ou por pressa, de modo que, conhecendo o conjunto da doutrina de, por exemplo,
S. Tomás, podemos ver que por ela mesma se pode sanar o silogismo defeituoso.
Mas não devo antecipar o que tratarei nas Questões Metafísicas, que,
como já disse algumas vezes publicamente, é um projeto que acalento tanto como
o de Da Arte do Belo.
E
baste aqui quanto a este assunto o dito acima.
quinta-feira, 30 de julho de 2020
LIVE COM PROF. CARLOS NOUGUÉ - O REINADO SOCIAL DE JESUS CRISTO E SUAS C...
Foram quase 3 horas de live sobre O REINADO SOCIAL DE JESUS CRISTO E SUAS CONTRAFAÇÕES. Não deixem de assistir e de inscrever-se no canal do Youtube do Centro Cultural Ávila. Agradeço a André e a Márcio a oportunidade ímpar de expor tão longamente a doutrina fundamental da Cristandade, infelizmente tão combatida ou "esquecida" desde há 6 séculos por doutrinas mais ou menos descaradamente opostas à realeza de Cristo.
terça-feira, 28 de julho de 2020
MARIA PURÍSSIMA
Em setembro vai ao ar o terceiro módulo de meu curso de
Apologética: “MARIA PURÍSSIMA”. Aguardem, por favor.
domingo, 26 de julho de 2020
UMA GERAÇÃO DE CATÓLICOS LIBERAIS E TÍBIOS, DESSES QUE SERÃO VOMITADOS POR CRISTO
Carlos Nougué
Diante da ofensiva do STF contra as “fake news”
(que existem, sim, na direita, embora o STF não diga que também existem na
esquerda), vemos multidão de católicos mornos e subservientes aos princípios
liberais clamar, com a direita, pela “liberdade de expressão para todos”, até
para os inimigos de Cristo e para o erro em geral. Mas, como disse o magistério
tradicional e autêntico da Igreja, o mal, o pecado, o erro não têm direito
algum, nem, portanto, o de expressar-se. A bandeira da “liberdade de expressão”
é uma bandeira liberal-revolucionária e não se ergueu senão para esmagar aquela
que era uma barreira contra o mal e o erro: a Igreja.
Objeção: Mas hoje, se os católicos não se unirem
aos liberais e aos conservadores pela liberdade de expressão em geral, eles mesmos terão
impedida sua liberdade de expressão.
Resposta: Só católicos tíbios, desses que Cristo
mesmo vomitará (como se lê no Apocalipse de São João), podem pensar assim. Não
importa o que nos aconteça: opressão, falta de liberdade, prisão, porque
devemos imitar a Cristo e aos mártires que O imitaram nos primeiros séculos do
cristianismo -- aceitavam docilmente o que lhes adviesse para não acender nem
sequer um incenso aos falsos deuses. E o que lhes adviesse em imitação de
Cristo assegurava-lhes a coroa da justiça na vida eterna.
Objeção: Mas a democracia liberal é menos má que
uma tirania.
Resposta: A democracia liberal, em si mesma já uma
tirania disfarçada, só por um tempo é menos má que a tirania aberta: logo ela
se transforma também em tirania franca, sobretudo, hoje em dia, nos moldes
marcusianos (como a que está instalando-se no Brasil sob o silêncio de Bolsonaro
[tudo para salvar o próprio pescoço e o de seus filhos], e como a que já se instalou
no Canadá, nos países nórdicos, na França, na Inglaterra, na Espanha, etc.). –
Naturalmente, não devemos gritar: Muito bem, STF, reprima mesmo as “fake news”
da direita!, porque isso seria aplaudir um inimigo ainda mais virulento. Mas de
modo algum podemos apoiar uma bandeira iníqua como a da “liberdade de expressão”.
Analogamente, os primeiros cristãos não haveriam de aplaudir o imperador romano
que por qualquer razão decidisse martirizar os membros das falsas religiões
orientais. Mas jamais incorreriam na heresia de erguer a bandeira da “liberdade
religiosa” para todas as religiões, ou seja, incluindo as falsas.
Para entender melhor tudo isso, leia-se a estupenda
encíclica Mirari vos
(1832), do Papa Gregório XVI.
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